segunda-feira, 8 de junho de 2009

Manhã de Carnaval.

Luiz Bonfá por André Rieu.

sábado, 6 de junho de 2009

Canteiro de Íris.


Claude Monet.

Cumplicidade.


Dodô Montemór.

Jogos Florais.

Minha terra tem palmeiras
onde canto o tico-tico.
Enquanto isso o sabiá
vive comendo o meu fubá.

Ficou moderno o Brasil
ficou moderno o milagre:
a água já não vira vinho,
vira direto vinagre.

Minha terra tem Palmares
memória cala-te já.
Peço licença poética
Belém capital Pará.

Bem, meus prezados senhores
dado o avançado da hora errata
e efeitos do vinho
o poeta sai de fininho.

(será mesmo com 2 esses
que se escreve paçarinho?)
Cacaso.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Enochato.


Claudio Paiva.

Poente e mar.


Bob Stávale.

Adios Nonino.


TangoRapsody, piano por Daniel Rivera.

MIGNA TERRA Juó Bananère

MIGNA terra tê parmeras,
Che ganta inzima o sabiá.
As aves che stó aqui,
Tembê tuttos sabi gorgeá.
A abobora celestia tambê,
Che tê lá na mia terra,
Tê moltos millió di strella
Che non tê na Ingraterra.
Os rios lá sô maise grandi
Dus rios di tuttas naçó;
I os matto si perde di vista,
Nu meio da imensidó.
Na migna terra tê parmeras
Dove ganta a galigna dangola;
Na migna terra tê o Vap'relii,
Chi só anda di gartolla.

Juó Bananère - poeta, barbière i soldato - Gandidato á Gademia Baolista de Letras. Alexandre Marcondes Machado, vulgo Juó Bananère, foi um curioso poeta paulista que escrevia no patois falado pela colônia italiana do Brás, Bela Vista, Bom Retiro e outros cantos da cidade de São Paulo, nos idos da década de 20. Seus escritos no dialeto macarrônico (em mais de um sentido) foram publicados no periódico humorístico O Pirralho e depois reunidos no livro La Divina Increnca que teve três edições, a primeira em 1924 pelos Irmãos Marrano, Editores, a segunda, com prefácio de Mário Leite, notas e foto do autor, de 1966 por Folco Masucci e a terceira, comemorativa do centenário da Escola Politécnica da USP em 1993, pela própria Escola Politécnica, com nota do diretor (...), etc., etc.. No site http://bananere.art.br/ tem mais coisas a respeito dele e vários textos do Divina Increnca. Esse cara era muito legal! Esse O Pirralho citado aí em cima era o jornal do Osvald de Andrade.

domingo, 31 de maio de 2009

sábado, 30 de maio de 2009

sábado, 9 de maio de 2009

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Bacalhau com cerveja. Receita Fácil.

Ingredientes:
-Mulher,
-bacalhau,
-brócolis,
-azeite,
-alho,
-cebola,
-batatas,
-sal,
-cerveja.
Modo de preparo:
Ponha a mulher na cozinha com os ingredientes e feche a porta. Tome cerveja durante duas horas e depois peça para ser servido.
É uma delícia e praticamente não dá trabalho.

Bom apetite!

terça-feira, 5 de maio de 2009

Paz.

The Look of Love.

Para você estar passando adiante.

Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando e possa estar deixando discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando sem estar espalhando essa praga terrível da comunicação moderna, o gerundismo. Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela internet.

O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando nos ouvidos de quem precisa estar escutando.

Sinta-se livre para estar fazendo tantas cópias quantas você vá estar achando necessárias, de modo a estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral.

Mais do que estar repreende ndo ou estar caçoando, o objetivo deste movimento é estar fazendo com que esteja caindo a ficha das pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

Nós temos que estar nos unindo para estar mostrando a nossos interlocutores que, sim, pode estar existindo uma maneira de estar aprendendo a estar parando de estar falando desse jeito. Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo obrigados a estar emigrando para algum lugar onde não vão estar nos obrigando a estar ouvindo frases assim o dia inteirinho. Sinceramente: nossa paciência está ficando a ponto de estar estourando.

O próximo "Eu vou estar transferindo a sua ligação" que eu vá estar ouvindo pode estar provocando alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando pelos meus atos.

As pessoas precisam estar entendendo a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando na linguagem do dia-a-dia.

Tudo começou a estar acontecendo quando alguém precisou estar traduzindo manuais de atendimento por telemarketing. Daí a estar pensando que "We'll be sending it tomorrow" possa estar tendo o mesmo significado que "Nós vamos estar mandando isso amanhã" acabou por estar sendo só um passo.

Pouco a pouco a coisa deixou de estar acontecendo apenas no âmbito dos atendentes de telemarketing para estar ganhando os escritórios. Todo mundo passou a estar marcando reuniões, a estar considerando pedidos e a estar retornando ligações. A gravidade da situação só começou a estar se evidenciando quando o diálogo mais coloquial demonstrou estar sendo invadido inapelavelmente pelo gerundismo.

A primeira pessoa que inventou de estar falando "Eu vou tá pensando no seu caso" sem querer acabou por estar escancarando uma porta para essa infelicidade linguística estar se instalando nas ruas e estar entrando em nossas vidas. Você c ertamente já deve ter estado estando a estar ouvindo coisas como "O que cê vai tá fazendo domingo?" ou "Quando que cê vai tá viajando pra praia?", ou "Me espera, que eu vou tá te ligando assim que eu chegar em casa".

Deus, o que a gente pode tá fazendo pra que as pessoas tejam entendendo o que esse negócio pode tá provocando no cérebro das novas gerações?

A única solução vai estar sendo submeter o gerundismo à mesma campanha de desmoralização à qual precisaram estar sendo expostos seus coleguinhas contagiosos, como o "a nível de", o "enquanto", o "pra se ter uma idéia" e outros menos votados.

A nível de linguagem, enquanto pessoa, o que você acha de tá insistindo em tá falando desse jeito?

Ricardo Freire.
Originalmente publicado na coluna Xongas, de O Estado de S. Paulo, em 16 de fevereiro de 2001 e posteriormente incluído no livro As cem melhores crônicas brasileiras .

Mercadão da Cantareira.


segunda-feira, 4 de maio de 2009

Bafômetro. Como encarar.

Sorbonne.


Quimeras ou realidade.

Adormeci após vagar em pensamentos gratos, recordando o meu passado em diversas épocas.
Minha infância, meus primeiros amores, as paixões e decepções, as noites de boemias, meus quadros pintados ao ar livre, meus pais, parentes e amigos, principalmente os que já foram habitar o sidéreo espaço. Finalmente, embalado pelo sono, recordei com saudades as longas madrugadas passadas ao lado da minha amada, escrevendo poesias que o tempo não apagou e jamais apagará.
De repente, fui transportado num raio de luar para a minha primeira residência, onde nasci, lá na rua Abolição, no Bixiga, que muitos teimam em chamar de Bela Vista.
A noite era clara e estrelejada. Uma enorme lua cheia alaranjada despontava no alto do meu velho e saudoso quintal.
Emocionado, senti a fragrância das damas-da-noite, plantadas com tanto carinho por outra querida flor, dona Rosa, minha saudosa e querida mãe!
Espantado, ouvi vozes, vindas do lado das goiabeiras. Com atenção, percebi que uma dizia:

Foi como o nascer... foi a arrebentação
E... todas as recordações ali contidas
Mas... não reprimidas... despertavam
Espantado, vejo-o e sinto-o
Para em meus braços
Abraçar aqueles momentos oblíquos...

Ditoso... imenso... era um mundo
Ali tropeçavam as estrelas
Quando o sol se escondia
Nas tardes sem brisa... aragem fluía
Deixando o quintal com sombras caídas
Perdidas no tempo de angústias trazidas...

Lá o menino andava... seguindo... caindo
Brincava de medo... não tinha juízo
Mas hoje ao vê-lo brincando ainda
De triste que foi... cresceu e na vida
Curvou-se ao tempo e com ironia
Brinca tão-só de melancolia...

Calado e assustado, pensei: “Será para mim estes comprimentos?”, quando outra voz feminina declamou:

Eu sou o vento... e sou o tempo
Trago os relógios bem escondidos
Cada ponteiro... cada minuto
São dois fatores despercebidos...
Um... objeto... outro... abstrato
Velhos retratos sem negativos
Eu sou as crases... sou as cedilhas
Das cartas mortas... envelhecidas
Eu sou o senso e o censor
Da realidade comprometida
Eu sou o carma e também a cruz...
Que carregaste despercebida...

E continuaram a conversar.
O meu desejo era adentrar no casarão.
Caminhei pela trilha cimentada, contornando a casa até a porta da cozinha.
Para o meu encanto, estava aberta. Entrei. Apenas o clarão da lua iluminava o ambiente, deitando sombras tênues sobre o piso avermelhado. Tudo vazio. Fui para a sala e aos quartos. Nada! Nenhum móvel, nada de quadros, retratos e imagens penduradas nas paredes. Mas, ao chegar ao cômodo onde eu dormia, percebi um reflexo na parede. Era um espelho grande que refletia todo o meu corpo. Foi quando eu chorei.
Estampado naquele cristal estava o menino de doze anos, que havia cinqüenta e cinco anos tinha deixado o local.
Outras vozes, agora vindas de dentro de casa, continuaram a declamar outras poesias:

Era noite e um mistério
No quarto escuro... o tédio
No tempo a solidão...
Nas paredes os retratos
Um Cristo crucificado
Olhava a inquietação
Do menino assustado
Com seus sonhos sem recatos
Mas sonhados com pavor
Com a morte... lôbrega... adusta
Que vira na ante-sala
Daquela casa fadada
Em ser alvitre da dor...

Percebi que aquelas misteriosas vozes em declamações queriam me encantar! Esses poemas são seus, meu caro visitante, quiçá elas queriam dizer. Será? Nos sonhos e na realidade, tudo é possível!
Tentei sentir medo, mas como em magia senti renascer toda a força de uma infância feliz e distante. Distante? Mas como? Estou aqui de calças curtas, andando livremente, sem o auxílio da bengala nem da cadeira de rodas, enxergando bem, mesmo no escuro, e não me sinto debilitado pela doença, que me arrasta a passos largos para o meu passamento!
Em resposta aos meus pensamentos, outra voz falou, quase em soluços:

Espaço vazio sem cores... nem vícios
Sem os artifícios... tirados de mim
Perdido no tempo... escuto os passos
Na trilha alongada... das idas sem vindas
Rebusco o passado... das tardes sem fim...
Nas quais esperava... depois do ocaso
Meu pai... já cansado... nos ombros o casaco
Chapéu estorvando... os olhos em viés
Olhando o quintal... de luzes enfeitado
Pela magia... dos salta-martins...

Sem dúvida alguma, ela se referia ao meu pai. Mas se sou novamente menino, onde estarão os meus pais? E as minhas irmãs?
Por favor, a minha mãe! Digam-me, onde está a minha mãe?
Outra voz, que eu ainda não tinha escutado, falou:

Foram quiçá os instantes
Derradeiros... emocionantes
Lá na rua Abolição
Da cozinha... os fluidos
Do jantar com seus cozidos
Sopa de macarrão com feijão
Do rádio... Carlos Galhardo
Cantava entre as estáticas
Entretendo o casarão
Cor ocre... tijolos de barro
Amassados com as mãos
De pretos velhos aguerridos
Pai Luiz... ou pai Francisco
Moradores dos porões...
Os gatos com seus miados
Esperavam esfomeados
Pra saborear o mingau
De leite e pão... convertido
Na mais fina refeição
Mas... triste, o menino esperava
Sentindo já a saudade
Ansioso a chegada
Daquela dança informal
Dos vaga-lumes airosos
Bailando com os seus clarões
Porém na despedida
Só um... saiu da neblina
Foi seu último amigo
Que surgiu lá no quintal...

E continuou, na seqüência:

Ângelus... lamentos dos lusco-fuscos
Ao crepusculejar das quimeras
Acalentava o zéfiro
Em farfalhares etéreos
Dos gargalhares cortantes
Das aragens contornando
As formas do meu quintal
Feudal... nas ave-marias
Quando sob a última luz do dia
Sombras... abantesmas criados
No ápice das imaginações
Despertavam entre os traçados
Dos vaga-lumes fadados
A trazer cintilações
Em seu ninho na amoreira
A coruja agoureira
Piava... lamentações
Meu pai chegava cansado
Chapéu... capa... oleados
Mangando da cerração
Formada entre as roseiras
De outra Rosa altaneira
Em preces no seu fogão...


Saí novamente para o quintal e fui direto para o alto portão de madeira. Estava fechado com o enorme cadeado. Olhei pelas frestas, queria ver a rua, pois bem em frente estaria o sobradinho amarelo com a menina dos meus encantos. Foi quando, bem atrás de mim, outra voz sussurrou em meus ouvidos:

Através das frestas do portão fechado
Com trinco... tranca e cadeado
Por curiosidade ou instinto
Olhava para um mundo esquisito
Sabendo que... mais adiante
Do outro lado da rua
Num sobradinho amarelo
Com janelas cortinadas
Morava a garota enigma
Portadora de segredos
Dos seus pecados... estigmas
Um dia... para o meu espanto
Depois de quebrado o encanto
A moça lá do sobrado
Atravessou o destino
E... como um anjo caído
Ajustou-se ao desigual
Deu-me aulas de espertezas
Com nudez e sutileza
Tirou-me a paz de menino
Fez-me homem mal crescido
Nas brincadeiras... matreiras
Sozinhos naquele quintal...

Sentei nos degraus, atordoado por tantas lembranças.
Onde estarão os meus amigos? O Márcio, Alfredo, Carlinhos e o Luizinho, que faleceu ainda menino?
E as meninas das redondezas, onde estarão? Lembrei-me da Nono, Márcia, Marizinha e tantas outras.
E os meus vizinhos? Será que ainda moram lá? Dona Esther, dona Carmela, enfim, todos dos arredores, onde estarão?
E o seu Nicolau, marido da dona Nenê, que nos pregou o maior susto quando se suicidou bem na nossa frente, ateando fogo nas suas roupas? E a sua filha, Dindinha, paralítica de uma perna? Será que ainda vive no terreno pegado ao nosso?
E o Toninho do bar? Será que ainda vive o seu Simonette da farmácia, pai do meu amigo Ivan?
Mas, se é noite, onde estão os vaga-lumes? Que é feito dos grilos e das cigarras? E os meus gatos? A outra voz, lá de dentro, disse que eles estavam tomando mingau de leite com pão. Mas onde?
E o Rex, meu cachorro de estimação? Nenhuma festa nem latidos para mim.
Só as camufladas vozes.
Outra voz feminina, quase conhecida, em suaves langores, declamou:

Quintais... cortiços
Abafadiços
Portões... janelas
Sem as tramelas
Pisos de terra
Olhar cansado
De um retrato
Impregnado
De solidão
Na casa ao lado
Com seus trejeitos
Mora o desejo
Olhos serenos
Seios morenos
Nudez velada
Pela amoreira
Caída em arcos
Caramanchão
Na mesma rua
Ladeira abaixo
Naquela esquina
Hoje esquecida
Saí pra vida
Cruzei o mundo
Triste e iracundo
Vagando incerto
Em perdição.

Tentei conversar com elas, mas só as ramagens respondiam aos meus apelos em seus farfalhares, que mais pareciam gargalhadas, rindo e zombando de mim.
Voltei para dentro da casa, procurando os meus familiares. Ao entrar, outra voz, de timbre forte e matreiro, perguntou:
– O que quer, menino? Fique tranqüilo, pois todos estão olhando por você.
– Estão todos vivos? Perguntei.
– Sim, estão! E antes do amanhecer você voltará ao futuro. Por favor, continue deixando esses recados poéticos, pois mais cedo do que você imagina estará de volta, e de vez, a este local.
Despediu-se, orando em voz pausada o Eterno Entardecer:

Caía a tarde
E a alegoria da transformação
Deitava sombras alongadas
Das velhas árvores sobre o quintal
Os farfalhares calavam
Mas a passarada... encantada
Orquestrava em pipiares
Ritmando a ostentação
Deixando por conta das cismas
O crepusculejar arquejante
Pro tempo perpetuar
Nostálgico... o menino assistia
O sol que havia muito se ia
Recordando as lembranças
Ocultas dentro de si
E... no lusco-fusco inquietante
A estrela-d’alva surgia
Brilhante em sua magia
Para a noite prolongar
Assim... as quimeras passaram
Indo ao liminar da existência
No âmago da consciência
Do menino a fenecer
Nos estertores da vida
Vive a despedida
Do eterno entardecer
Daquelas saudosas acolhidas...

Corri em direção daquela voz que ecoava quintal afora.
Os primeiros clarões da manhã surgiam entre nuvens transparentes.
Num longo suspiro, olhei para a copa da alta ameixeira. Mas, para minha tristeza, eu tinha retornado ao presente. Deitado e desolado, olhava para o teto vazio do meu quarto.
Quimeras? Realidade? Lembrei-me da última voz. Levantei-me, consolado. Pois, para mim, só resta aguardar o futuro para voltar definitivamente ao meu amado e saudoso quintal. Quiçá o sepulcro!
Roberto Stavale
Poeta, pintor, escritor e, sobretudo, um grande amigo.

For once in my life.

domingo, 3 de maio de 2009

Invicto.












Como enfurecer um homem.

Esconda o controle remoto da TV e do som.
Bata a porta do carro com toda sua força.
Jogue fora a chuteira ou tênis de futebol que ele deixa na área de serviço e diga que foi a faxineira.
Ponha sempre todas as cervejas no congelador e deixe lá ate congelar completamente.
Use o espelho retrovisor interno do carro para passar batom e deixe-o completamente desregulado.
Nas "preliminares" bata com o joelho no saco dele.
Durante o sexo não se mexa.
Caso haja TV por perto, preste a máxima atenção na telinha, mesmo que esteja passando Ana Maria Braga, durante o desempenho do rapaz.
Quando ele estiver mais alegre que de costume pergunte: "Você bebeu?
Convença-o de que sabe cortar cabelo e corte o dele.
Se ele demorar a colocar a camisinha, diga: "Não fique nervoso, se não der a gente termina amanhã".
Sempre bata fotos no momento em que ele estiver fazendo uma careta. Quando ele se queixar que saiu com cara de panaca, diga: "Mas você é assim mesmo!"
Ligue para o trabalho dele e diga que precisa bater uma carta no computador, mas ele está piscando uma coisa esquisita.
Ao ver, na televisão, a notícia da mulher que cortou o pênis do marido, murmure "Coitada, certamente ela tinha bons motivos para fazer isso".
Dê duas camisas de presente para ele e quando ele usar uma pergunte porque ele não gostou da outra.
Quando ele brochar e disser que isso nunca aconteceu antes, exclame: "Claro. Tinha que ser logo comigo".
Quando ele perguntar "Foi gostoso?" Diga "Não se preocupe comigo... Eu estou bem, juro."
Trate-o com objetividade cientifica e diga: "Já tive 3 maridos e, em termos de aproveitamento, você é o do meio.".
Leve duas horas para se arrumar, experimente todas as suas roupas e saia com a que você vestiu primeiro
Leve-o para o shopping para segurar os pacotes e ainda gaste o dinheiro dele
Quando ele não conseguir consertar qualquer coisa, exclame: "Precisamos chamar umHOMEM para consertar isto"
Autor desconhecido.

Buzz

Quino


terça-feira, 4 de março de 2008