sábado, 15 de agosto de 2009

Mon Amie La Rose.


Françoise Hardy

Mundo Monstro.


Adão Iturrusgarai.

domingo, 9 de agosto de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Regresso.

Saudades daqueles tempos
Lembranças... quais me consomem
Ardores... idílios... flores
A vida em seus dispores
Mulheres... bares... bilhares
Cabarés... noitadas... aragens
Ao mundo etílico de vozes
Sussurrando em meus ouvidos
Os velhos amores perdidos
Que... nunca hão de voltar
Hoje a velhice impera
Os dias de primavera
O inverno arrebatou
Minhas mãos tremulas... assustam
Meus olhos... não enxergam a lua
Nas ruas não vejo ninguém
Quero voltar ao passado
Amar como... jamais ter amado
Viver a ventura com quem
Um dia levei ao pecado
E... tê-la de novo ao meu lado
Síntese da mágoa e do bem...
Bob Stávale.

American In Paris.


George Gershwin .

terça-feira, 4 de agosto de 2009

terça-feira, 14 de julho de 2009

We Are The World.


Michael Jackson & Leonel Ritche.

Níquel Náusea.


Fernando Gonsales.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Manhã de Carnaval.

Luiz Bonfá por André Rieu.

sábado, 6 de junho de 2009

Canteiro de Íris.


Claude Monet.

Cumplicidade.


Dodô Montemór.

Jogos Florais.

Minha terra tem palmeiras
onde canto o tico-tico.
Enquanto isso o sabiá
vive comendo o meu fubá.

Ficou moderno o Brasil
ficou moderno o milagre:
a água já não vira vinho,
vira direto vinagre.

Minha terra tem Palmares
memória cala-te já.
Peço licença poética
Belém capital Pará.

Bem, meus prezados senhores
dado o avançado da hora errata
e efeitos do vinho
o poeta sai de fininho.

(será mesmo com 2 esses
que se escreve paçarinho?)
Cacaso.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Enochato.


Claudio Paiva.

Poente e mar.


Bob Stávale.

Adios Nonino.


TangoRapsody, piano por Daniel Rivera.

MIGNA TERRA Juó Bananère

MIGNA terra tê parmeras,
Che ganta inzima o sabiá.
As aves che stó aqui,
Tembê tuttos sabi gorgeá.
A abobora celestia tambê,
Che tê lá na mia terra,
Tê moltos millió di strella
Che non tê na Ingraterra.
Os rios lá sô maise grandi
Dus rios di tuttas naçó;
I os matto si perde di vista,
Nu meio da imensidó.
Na migna terra tê parmeras
Dove ganta a galigna dangola;
Na migna terra tê o Vap'relii,
Chi só anda di gartolla.

Juó Bananère - poeta, barbière i soldato - Gandidato á Gademia Baolista de Letras. Alexandre Marcondes Machado, vulgo Juó Bananère, foi um curioso poeta paulista que escrevia no patois falado pela colônia italiana do Brás, Bela Vista, Bom Retiro e outros cantos da cidade de São Paulo, nos idos da década de 20. Seus escritos no dialeto macarrônico (em mais de um sentido) foram publicados no periódico humorístico O Pirralho e depois reunidos no livro La Divina Increnca que teve três edições, a primeira em 1924 pelos Irmãos Marrano, Editores, a segunda, com prefácio de Mário Leite, notas e foto do autor, de 1966 por Folco Masucci e a terceira, comemorativa do centenário da Escola Politécnica da USP em 1993, pela própria Escola Politécnica, com nota do diretor (...), etc., etc.. No site http://bananere.art.br/ tem mais coisas a respeito dele e vários textos do Divina Increnca. Esse cara era muito legal! Esse O Pirralho citado aí em cima era o jornal do Osvald de Andrade.

domingo, 31 de maio de 2009